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Teatro

Ariadne

Miguel Graça

2 DEZ 19H - SOIR Joaquim António d'Aguiar

Como é que se salva a vida de alguém quando não nos conseguimos salvar a nós próprios? É esta a pergunta que uma actriz tenta responder com a ajuda de memórias, recordações e dúvidas sobre um passado que ela já não consegue perceber se foi ou não uma realidade.

Ariadne é a terceira parte de uma trilogia de Miguel Graça que se iniciou em 2016 com Minotauro e continuou com Dédalo em 2017. Os textos têm em comum, para além da relação com as figuras mitológicas, a ilusão de que não existe uma realidade efabulada, sendo o dispositivo dramático do aqui e agora o motor da acção, o que leva a uma (aparente) ausência de personagens e a uma mistura entre realidade e ficção.

Ficha técnica e artística

Biografia //

Texto: Miguel Graça.

Co-criação: Miguel Graça, Madalena Almeida.

Desenho de luz: Daniel Worm D’Assumpção.

Interpretação: Madalena Almeida.

Produção: Urso Pardo.

Nasceu em Lisboa em 1980. Licenciou-se na Universidade Nova de Lisboa em Línguas e Literaturas Modernas, onde também concluiu uma pós-graduação em Tradução.

Em 2004 integrou o corpo docente da Escola Profissional de Teatro de Cascais, onde se mantém até hoje leccionando diferentes cadeiras como História do Teatro, Dramaturgia ou Oficina de Escrita, sendo também o orientador teórico da Prova de Aptidão Profissional dos alunos finalistas.

Desde 2009 que colabora com Carlos Avilez no Teatro Experimental de Cascais enquanto dramaturgista e tradutor, publicando artigos diversos sobre teatro, especialmente nos programas dos espectáculos em que colabora destacando-se os seus trabalhos em A Cozinha de Arnold Wesker, Rosencrantz e Guildenstern Estão Mortos de Tom Stoppard, Comboio da Madrugada de Tennessee Williams, Divinas Palavras de Valle-Inclán e Cais Oeste de Bernard-Marie Koltès (dramaturgia), e A Nossa Cidade de Thornton Wilder, Bruxas de Salem de Arthur Miller, Roberto Zucco de Bernard-Marie Koltès, Marat/ Sade de Peter Weiss, Peer Gynt de Henrik Ibsen, Macbeth de William Shakespeare, Splendid’s de Jean Genet, Peter e Alice de John Logan e Lulu de Frank Wedekind (dramaturgia e tradução).

Das peças que escreveu foram levadas à cena Fedra, Répteis, onde é que estavas quando te vi pela última vez, ICTUS, Cassiopeia, se eu não fechar os olhos, Minotauro, Lugares#1 e Dédalo.

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