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28 julh/30 Agosto 


Jardim Público/Convento dos Remédios/Teatro Garcia Resende/SOIR/ Pó de Vir a Ser/ Espaço Celeiros 
 

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Toca” é um esconderijo no qual o público é convidado à gravidez, numa exploração dramatúrgica que despe a mulher-atriz de si, descendo até ao seu interior, ao âmago da gravidade do seu corpo em pensamento (gravidez deriva do latim 'gravis', que significa peso e dá origem também às palavras 'grave' e 'gravidade'). Um espetáculo-instalação que procura um novo centro de equilíbrio, experimentando exteriorizar o interior do corpo e da voz, devassando a intimidade que, no fundo, Deus quis que fosse sempre visível – ou as barrigas das mães não cresceriam para fora, para os olhos de todos, e sim para dentro. Um espetáculo, sim, de gravidade e graça, como uma funambulista que se equilibra entre o peso do corpo e a leveza dos sonhos.

Criação e Interpretação: Cátia Terrinca        Dramaturgia: José Pinto

Cenografia: Bruno Caracol                   Sonoplastia: Diogo Rodrigues

Desenho de luz: João P. Nunes                    Fotografia: Alípio Padilha

Produção: UMCOLETIVOApoio à Criação: Ricardo Guerreiro Campos

Apoios: Teatro O Bando, FIAR

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NESTE PROJETO PRETENDO OLHAR, RETROSPETIVAMENTE, PARA O TEMPO PRESENTE. O QUE FAZEMOS HOJE PERTENCE AO PASSADO, O QUE SOMOS HOJE PERTENCE AO PASSADO, O DISCURSO QUE EXERCEMOS HOJE PERTENCE AO PASSADO, NÓS PERTENCEMOS AO PASSADO, SOMOS AINDA REFÉNS DESSE PASSADO QUE SE APOSSOU DE NÓS E NOS TORNA RESISTENTES A UMA URGENTE ALTERAÇÃO DE REFERÊNCIAS E COMPORTAMENTOS.

CONCEPÇÃO E TEXTO Lígia Soares CO-CRIAÇÃO E INTERPRETAÇÃO Lígia Soares e Sónia Baptista APOIO À DRAMATURGIA E MÚSICA Mariana Ricardo LUZ Rui Monteiro ASSISTÊNCIA Vanda Rodrigues PRODUÇÃO Vanda R Rodrigues/ Colecção B FOTOS Alípio Padilha RESIDÊNCIA DE CO-PRODUÇÃO O Espaço do Tempo ACOLHIMENTO Teatro do Silêncio ESTREIA Festival Temps D’Images 2020 Projeto financiado pela Direção- Geral das Artes / Governo de Portugal





 Agosto 
      


DIA 4

21H / Convento dos Remédios 

MEMORIAL de Lígia Soares 


 






      


DIA 6 e 7 

21:30 / SOIR 

TOCA de Cátia Terrinca  


 

JOANA MARTINS- Em Lume Barando  (Antigos celeiros da epac 18H)

JOANA PIÇARRA- Abrigo  (Matadouro pó de vir a ser 19H) 

  


DIA 7 e 8



 






      


DIA 31 

19H TGR 

DEN.TRO de Maria Fonseca 


 

DEN.TRO é uma viagem interna ao templo corpo.
A busca do eu. Luz, sombra, consciente e subconsciente.
Proponho o corpo como escultura viva, veia de comunicação, armazém de memórias e emoções talhado pelas experiências da vida. 

DEN.TRO investiga estados internos numa amalgama de fiscalidade e imaginário.
Um estudo sobre a identidade que emerge do oceano relacional do ser. 

“Interrogo-me agora como é possível que alguém veja claramente, se não se vê a si próprio? Não ha mudança da sombra para a luz, nem da inércia para o movimento, sem emoção...a emoção é um fogo alquímico...fonte privilegiada da consciência." 

Carl Jung 

 

A Peça

O encontro, o desencontro no espaço e no tempo de criação. 

Investigação artística contemporânea da unidade mente-corpo, da nossa capacidade neuro-plástica. Somos escravos da genética ou livres para mudar?  

São questões que me coloco e pretendo aprofundar no espaço criativo. Convido ao processo o pensamento de dois grandes filósofos,  Carl Jung e Alan Watts na procura de um ou variados estados de presença e perspectiva.  Explorar questões que me preocupam em relação ao futuro do corpo do nosso planeta e da nossa casa, o corpo.    Não é um trabalho de solo sobre mim mas sim sobre o mundo e o outro, que sou eu.  Um trabalho sobre poluição e ecologia interna e externa. Acredito que um trabalho criativo nutre-se da fusão com outros artistas com veículos de expressão diversos e por isso escolhi trabalhar com  o músico e compositor Luis Fernandes. Procuramos criar em conjunto uma paisagem sonora/ texto/ gravação de DEN.TRO, bem como realizar uma pintura viva  com a colaboração de Rui Monteiro, desenho de luz.  

Através de DEN.TRO, procuro expandir e aprofundar a minha linguagem como bailarina, criadora e mulher activa num mundo onde a arte tem que ter cada vez mais esse papel e responsabilidade. Gosto de me sentir uma tela em branco, capaz de incorporar e expressar livremente com outros artistas que buscam ir além dos seus limites. 

Coreografia e interpretação de Maria Fonseca

Ass. de Ensaios  Sandra Rosado

Música original de Luis Fernandes 

 (com mistura de Bach e Alan Watts)  

Luz deJorge Rosado

Fotografia de Helena Gonçalves

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