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Teatro, Performance

Cápsula do Tempo

15 de Janeiro, 21H - Teatro Garcia de Resende

É costume ancestral guardar um conjunto de objectos num recipiente fechado hermeticamente, na esperança de dar ao futuro uma leitura do presente depois deste se ter tornado passado.

Cinco artistas e vários habitantes da cidade de Évora, sobem a um palco para criar uma cápsula do tempo com dez objectos, que será reaberta daqui a vinte e cinco anos.  Esta tarefa transporta-nos, inevitavelmente para um lugar de reflexão, onde se questionará até a pertinência da criação da própria cápsula

A escolha dos objectos tenta buscar uma real representatividade do colectivo em palco, mas prende-se, a cada tentativa, com questões cada vez mais pessoais e mais íntimas enquanto tenta manter a imparcialidade e a ética. O espectáculo só termina com unanimidade da escolha dos objectos e a deslocação ao exterior do Teatro onde a cápsula será enterrada.

A Cápsula do Tempo será enterrada no dia 15 de Janeiro, nas traseiras do teatro Garcia de Resende, em Évora, e desenterrada no mesmo dia do ano de 2047.

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Ficha técnica e artística

Biografia //

Concepção e direcção artística: Vanda R Rodrigues

Co-criação e texto: Afonso Cruz e Vanda R Rodrigues

Co-criação, fotografia e vídeo: Tatiana Saavedra

Co-criação e música: Pedro Alves Sousa

Co-criação e dispositivo cénico: Miguel Moreira e Jorge Rosado

Co-criação e apoio à dramaturgia: Mariana Ferreira

Apoio à produção e design gráfico: Rúben Jaulino

Comunicação: Ana da Cunha

Apoio a ensaios: Filipe Baptista

Participação especial: Diana Oliveira, Elio Duarte, Leonel Alegre, Madalena Pombeiro, Maria Pires, Marcos Infante, Natália Melo, Nicoletta Borrometi, Regina Branco, Sara Anjo

Produção: Colecção B

Co-Produção: Câmara Municipal de Évora

Residência de Co-Produção: Espaço do Tempo

Parceiro institucional: Fundo de Fomento Cultural

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Nasceu no Estoril em 1987. Formada pela Escola Profissional de Teatro de Cascais, pela Universidade de Évora e Universidade Estadual de Campinas (BR), terminou recentemente uma Pós-Graduação em Dramaturgia e Guionismo na ESMAE.

Directora Artística da Colecção B Associação Cultural (Évora) onde programa vários Ciclos de artes performativas contemporâneas.

Durante seis anos leccionou Teatro/Circo nos cursos de fim de tarde do Chapitô (Lisboa) onde todos os anos apresentou um espectáculo diferente, todos com dramaturgias originais.

Em 2015, foi uma das representantes portuguesas no projeto École Des Maîtres com a coordenação do encenador Ivica Buljan (HR).

Trabalhou como intérprete com Mickaël de Oliveira no Coletivo 84, Fernanda Lapa na Escola de Mulheres, Rodrigo Francisco na Companhia de Teatro de Almada, Carlos Avilez no Teatro Experimental de Cascais e ainda com Marta Bernardes e Pedro Gil.

Criou para o festival Escrita na Paisagem a performance “Kamasutra machine”, para a Música Portuguesa a Gostar dela Própria a vídeo performance “Sapateando” e “Processa-me: uma carta de amor a Neto de Moura”.

Apoiou a criação de “A cada velhinha que ela grava é a minha avó que não morre” para A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria/ TNDM II e “Memorial” de Lígia Soares.

Em 2019 o seu solo “Espectáculo de amor” estreou no Serralves em Festa e foi depois apresentado em várias cidades portuguesas. Em 2020 criou a peça radiofónica “Combate de amor” para a Um Colectivo .

Escreveu, dirigiu e interpretou Manifesto Funesto para a Colecção B/Artes à Rua.

Encontra-se neste momento a co-criar “Plano comensal de leitura” de Marta Bernardes, uma co-produção da Colecção B para o S.Luiz Teatro Municipal/ T.Viriato/ Museu da Cidade.