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Teatro, Performance

Manifesto Funesto

Uma ópera brechtiana para não nos esquecermos da Alemanha. Uma ópera electrónica a partir de “Um homem é um homem”, para toda a família e para todos os tipos de família.

Nem todo o Manifesto manifesta o que é certo

Agir e manifestar não quer dizer melhorar

Extremismo a ganhar e é altura de lembrar

Como é boa a Liberdade e o que custou a conquistar.

Confrontados com as crises democráticas institucionais que se fazem sentir, com maior ou menor relevo, por todo o mundo; com a crise ambiental que ameaça a extinção de toda a espécie (e a crise implícita do sistema capitalista e de consumo que a provocou); confrontados com a crise ontológica do homem, nos quadrantes da sua relação com o outro, com a natureza e consigo mesmo: esta é a urgência que se confronta com a crescente floração na esfera pública de discursos que atacam os direitos humanos universais, e onde a sua inconstitucionalidade parece já não ser suficiente para os impedir de serem ditos em voz alta. Parece-nos mais que essencial que, apesar das tenras idades, os mais novos se confrontem com os perigos desta realidade.

Ficha técnica e artística

Direcção Artística e Texto: Vanda R. Rodrigues.

Música original : Mestre André.

Criação e Interpretação: Joana Ricardo, Mariana Correia, M.André , Vanda R. Rodrigues.

Letras: Lígia Soares.

Fotografia: Diogo Paraíso.

Design gráfico: Bruno Caracol.

Figurinos: Teresa Lemos.

Desenho de Luz: Manuel Abrantes.

 

Manifesto Funesto é uma criação da COLECÇÃO B para o Artes à Rua 2020.

Agradecimentos: Márcio Pereira, Christine Zurbach; Gaiato Parreira, lda. e Espaço do Tempo.

A COLECÇÃO B. tem o apoio da Fundação Eugénio de Almeida, da Direcção Regional da Cultura do Alentejo, Câmara Municipal de Évora e o apoio de emergência da Fundação Calouste Gulbenkian.

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