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Música, Instalação

: solo para violoncelo, electrónica, audio feedback e estruturas

  ressonantes / concerto-instalação após a obra “INFINI # 1” de Arkadi Zaides

Medusa (o rapto de Europa)

Ricardo Jacinto

Bilhetes em www.Bol.pt

(Entrada Livre)

MEDUSA é um solo de Ricardo Jacinto pensado para violoncelo, eletrónica e objetos ressonantes. Utiliza um sistema de amplificação com microfones distribuídos por diferentes pontos do violoncelo e um sistema de difusão com vários altifalantes de contacto acoplados a objetos ressonantes. Este dispositivo permite explorar a fragmentação e dispersão sónica dos gestos no corpo do instrumento, articulando a auscultação microscópica assim produzida com a paisagem sonora e a acústica do espaço circundante.

Espaço sem acesso a pessoas com mobilidade condicionada.

Ficha técnica e artística

Biografia //

Concepção e interpretação - Ricardo Jacinto.

Músico, artista plástico e arquitecto com pesquisa artística e académica focada na relação entre som e território em práticas transdisciplinares. É membro fundador e co-director artístico do colectivo OSSO e é doutorado pelo Sonic Arts Research Center, Queens University Belfast. Desde 1998 tem apresentado seu trabalho em exposições individuais e colectivas, concertos e performances em Portugal e Europa, e tem colaborado extensivamente com outros artistas, músicos, arquitetos e performers. A sua música, de carácter marcadamente experimental e com uma forte ligação à música improvisada, foi editada pela Clean Feed,Shhpuma Records e Creative Sources. Para além do seu trabalho a solo, dirige o ensemble MEDUSA Unit (c/ Violeta Azevedo, Alvaro Rosso, Yaw Tembe, Nuno Morão, Nuno Torres e Angélica Salvi) e é parte do trio The Selva (c/ Gonçalo Almeida e Nuno Morão). Foi membro do quarteto de cordas Beat the Odds (dir. Pascal Niggenkemper c/ Elisabeth Codoux e Felicie Bazelaire), do trio com Joana Gama e Luis Fernandes,do, do quarteto de Norberto Lobo (c/ Marco Franco e Yaw Tembe), do Ensemble Lisbon Freedom Unit (c/ Luis Lopes, Rodrigo Amado, Pedro Lopes, Gabriel Ferrandini, Bruno Parrinha, Hernani Faustino e Rodrigo Pinheiro) e do duo CACTO (c/ Nuno Torres). É representado pela Galeria Bruno Múrias e as suas instalações estão presentes em várias coleções nacionais: Fundação de Serralves, Caixa Geral de Depósitos, Fundação Leal Rios or Fundação António Cachola. Foi co-representante de Portugal na 10ª Bienal de Veneza de Arquitectura 2006 e o seu trabalho foi apresentado em diferentes locais como a Culturgest (Lisboa e Porto), Fundação de Serralves, Fundação Calouste Gulbenkian, Palais de Tokyo, Mudam_Luxembourg, Teatro Maria Matos, Teatro do Bairro Alto, Museo Vostell, Casa da Música, CCB,Manifesta 08_European Bienal of Contemporary Art, Frac Loraine_Metz ou OK CENTRE_Linz, entre outras.

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